Museu D. Diogo de Sousa
Pontos Turísticos · Braga Romana
Museu D. Diogo de Sousa: Bracara Augusta em vitrines
Por Viver em Braga | 30 de setembro de 2026 | Fonte: Museu D. Diogo de Sousa
Se você quer entender a Braga romana, comece por aqui. O Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa fica no meio do que foi Bracara Augusta e reúne o que saiu das escavações da cidade. Tem mosaicos, marcos de estrada e peças que vão da Pré-História à Idade Média.
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Foto: Joseolgon, CC0, via Wikimedia Commons
1918 Ano de criação do museu | 2007 Abertura do edifício atual, em 29 de junho | 21 Miliários romanos no acervo |
Um museu que esperou décadas
O museu foi criado por decreto em março de 1918, com o nome de D. Diogo de Sousa, arcebispo de Braga no início do século XVI. Só que por muito tempo ele existiu mais no papel do que na prática. A retomada veio em 1980, quando passou a funcionar como museu regional de arqueologia, acompanhando as escavações que revelavam a cidade romana sob as ruas.
O prédio atual, construído de raiz, abriu em 29 de junho de 2007. Além das salas de exposição, reúne laboratórios de conservação e restauro e uma biblioteca especializada. A localização não é por acaso: o museu fica dentro da área da antiga Bracara Augusta, perto de ruínas que você pode visitar a pé no mesmo dia, como as Termas Romanas do Alto da Cividade.
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Foto: Joseolgon, CC0, via Wikimedia Commons
O que procurar nas salas
O acervo vai do Paleolítico à Idade Média, mas o período romano é o ponto forte. Há mosaicos do século I, cerâmica, vidro, metal e objetos encontrados em necrópoles romanas da cidade. Um conjunto chama atenção pelo tamanho: 21 miliários, os marcos de pedra que mediam as estradas do império, classificados como Monumento Nacional. Eles ajudam a imaginar Braga como cruzamento de vias romanas.
Vale procurar também o túmulo de São Martinho de Dume, peça de interesse nacional ligada ao início do cristianismo na região. E a Coleção Bühler-Brockhaus, com cerca de 300 peças de arte clássica, entre esculturas em mármore, mosaicos e vasos gregos e etruscos. Com calma, a visita toma perto de uma hora e dá contexto para todo o resto do roteiro romano pela cidade, das termas à Fonte do Ídolo.
Como aproveitar
- Visite antes das ruínas: o museu dá o contexto para as termas e a Fonte do Ídolo.
- Separe cerca de uma hora para as salas permanentes.
- Combine com as Termas Romanas do Alto da Cividade, que ficam perto.
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Foto: Joseolgon, CC0, via Wikimedia Commons
Dica do Viver em Braga: preste atenção nos miliários. Depois de vê-los enfileirados, fica mais fácil entender por que Braga era um ponto tão importante no mapa romano.
Informações úteis
Onde: Rua dos Bombeiros Voluntários, 4700-025 Braga
Horários e ingressos: segundo o site oficial, de terça a domingo, das 10h às 17h30; confirme preços e feriados (maddiogosousa.gov.pt)
Perto dali: Termas Romanas do Alto da Cividade e Sé de Braga
Vídeo
Vídeo: “Flash Tours 2ªed: Museu D. Diogo de Sousa” — canal Visit Braga no YouTube · assistir no YouTube
Galeria de fotos
Joseolgon · CC BY-SA 4.0 | Joseolgon · CC0 | Joseolgon · CC0 |
Joseolgon · CC BY-SA 4.0 | Joseolgon · CC BY-SA 4.0 | Joseolgon · CC BY 4.0 |
Fotos da Wikimedia Commons, publicadas sob licenças Creative Commons. Clique em qualquer imagem para ver a página original com autor e licença.
Fontes
• YouTube — vídeo “Flash Tours 2ªed: Museu D. Diogo de Sousa”, do canal Visit Braga
• Wikimedia Commons — galeria de fotos (autor e licença indicados em cada imagem)
• Museu D. Diogo de Sousa — "Sobre nós" (site oficial)
• Cultura Portugal — "Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa"
• Wikimedia Commons — foto de Joseolgon (CC0)
• Wikimedia Commons — foto de Joseolgon (CC0)
• Wikimedia Commons — foto de Joseolgon (CC0)
Fotos publicadas sob licenças Creative Commons, com crédito aos autores.



